PAISAGENS PARTILHADAS/ TERRITÓRIOS EDUCATIVOS

O Núcleo de Estudos da Paisagem desenvolve um conjunto de Programas e Ações Educativas com escolas, comunidades e setores das políticas públicas. Esses programas valorizam a capacidade interpretativa dos processos urbanos e ambientais relacionando escalas regionais e locais, acompanhando políticas públicas, realizando:

estudos de percepção e de memória da paisagem com moradores,
estudos de conectividade ambiental urbana,
estudos colaborativos de potencialidades de paisagem
estudos e poéticas da natureza

Trata-se de uma pesquisa exploratória que se entrelaça com outras pesquisas do docente e dos pesquisadores do NEP, atividades didáticas e de orientação, constituindo uma base empírica de aplicação e diálogo.

ESPAÇO, PAISAGEM E LINGUAGEM LACE / NEP (2017- )

CONSTRUÇÃO DO TERRITÓRIO E TERRITÓRIO VIVIDO. CIEJA PERUS I / NEP

DIGITIMED: COMO RESISTIR-EXPANDIR EM PAISAGENS COMPARTILHADAS LACE PUC / NEP

PROGRAMA UNIVERSIDADE LIVRE E COLABORATIVA (CONCEITUAÇÃO)

UNIVERSIDADE LIVRE E COLABORATIVA EM PERUS: UMA EXPERIÊNCIA DIDÁTICO-PEDAGÓGICA DE APRENDIZAGEM COLABORATIVA

INTERVENÇÃO NO PLANO DIRETOR DE SÃO PAULO E TERRITÓRIOS DE INTERESSE DA CULTURA E DA PAISAGEM (em breve disponível)

BRASILEIROS DA BRASILÂNDIA

CHÃO (Cecília Angileli)

PROJETO À MARGEM DO CINEMA: VIDAS IMAGINADAS NA BRASILÂNDIA (2010)

PROJETO MAUÁ

PROJETO PAISAGEM DO HELIÓPOLIS (2009) 

PROJETO PEDRA GRANDE

PROJETO ARICANDUVA

PROJETO PIRAJUSSARA

APRENDIZAGEM EM AÇÃO: POTENCIALIDADE E GESTÃO PARTICIPATIVA DA PAISAGEM

 

 

 

 

APRENDIZAGEM EM AÇÃO: POTENCIALIDADE E GESTÃO PARTICIPATIVA DA PAISAGEM

APRENDIZAGEM EM AÇÃO: POTENCIALIDADE E GESTÃO PARTICIPATIVA DA PAISAGEM
APRENDER NA CIDADE, APRENDER COM A CIDADE

por Euler Sandeville Jr. (2013)

Às vezes imagino que na entrada das universidades há um monumento aos alunos sem nome dos ciclos básicos. Seguramente acompanhado do monumento aos professores sem nome. Estas são pessoas muito importantes, às quais não se dá importância alguma, senão quase que só numérica, no país. Esse monumento tem muita razão de ser, e é invisível, como os humanos aos quais é dedicado. É construído com ideias e afetos, com ações e experimentações. Tem uma espacialidade que se estende como uma respiração através de todos os meandros da instituição, reanimando as pessoas que estão sedentas de ar puro. Não com matéria, nem certificados, nem com registros. É criado animado por um espírito livre, como um sopro quase imperceptível, como passa imperceptível a multidão à qual se refere (dezenas de milhões!). Este monumento sem nome, deve nos lembrar uma espiral em busca da sua verdade com e diante dos outros, solidária: aprendizado.
SANDEVILLE JR., 2011.

As disciplinas e oficinas (que chamamos OFICIPLINA, para favorecer um imaginário integrado das ações e atividades desenvolvidas) assumem um caráter experimental e participativo, estabelecendo um processo de concepção e organização colaborativo, envolvendo alunos, moradores e pesquisadores. Construiu-se um percurso coletivo de vivência e pensamento, em busca de uma relação dinâmica e criativa entre Universidade, Cidade e Cidadãos, que se espera transformadora de parte a parte. Continuar lendo