LINHA DE PESQUISA E AÇÃO: PROCESSOS COLABORATIVOS E AÇÕES EDUCATIVAS

PAISAGEM, CULTURA E PARTICIPAÇÃO SOCIAL: PROCESSOS COLABORATIVOS DE CONSTRUÇÃO DE CONHECIMENTOS E AÇÕES EDUCATIVAS (linha de pesquisa docente, 2001, em curso)

Corresponde à linha de pesquisa e ação do NEP: Processos Colaborativos e Ações Educativas

As pesquisas e ações se organizam na aprendizagem colaborativa a partir de fundamentos éticos e sensíveis propostos nos princípios e postulações da Espiral da Sensibilidade e do Conhecimento e na formulação de Conceitos e Métodos Participantes no Estudo da Paisagem, da Natureza e da Cidade, a partir da proposição das Paisagens como Experiências Partilhadas e Socialmente Construídas, reconhecendo suas tensões e contradições, evidenciando o drama humano que abrigam em sua dimensão histórica, ecológica e cultural. Tem como objetivo a concepção e participação em Processos Colaborativos de Aprendizagem em Ação para compreensão e transformação das paisagens em que vivemos, sobretudo com comunidades periféricas e escolas públicas.

REPERCUSSÕES. O grupo de pesquisa reúne pesquisadores de diversas áreas de formação que atuam colaborativamente em um programa integrado de trabalho, que envolveu áreas sobretudo em São Paulo, mas também em outras regiões do país e no exterior, resultando em publicações, capítulos dissertações, trabalhos de conclusão e iniciação, e sobretudo em relações dialógicas de construção de conhecimento com parceiros externos. A pesquisa (https://nep.arq.br/) deu origem em 2003 ao Núcleo de Estudos da Paisagem e em 2005 ao grupo de pesquisa Paisagem Cultura e Participação Social e ao Laboratório Espaço Público e Direito à Cidade (LABCIDADE). Contribuiu para a criação de Monumento Natural em Atibaia, de projetos educativos comunitários e de conservação do patrimônio cultural, para a criação do Observatório de Remoções. Desenvolveu o programa Universidade Livre e Colaborativa inicialmente em Atibaia, Brasilândia, Heliópolis, entre outros, e especialmente em Perus, Anhanguera e Jaraguá com moradores, educadores, coletivos culturais e lideranças indígenas da região. Desenvolveu a concepção e criação da legislação urbanística dos Territórios de Interesse da Cultura e da Paisagem entre outros desdobramentos importantes.

PAISAGENS PARTILHADAS, PAISAGENS EDUCATIVAS, PROCESSOS COLABORATIVOS DE CONSTRUÇÃO DE CONHECIMENTOS, PROCESSOS COLABORATIVOS DE SOLUÇÃO DE PROBLEMAS, APRENDIZAGEM EM AÇÃO, POLÍTICAS PÚBLICAS

PESQUISAS DA LINHA

PAISAGENS PARTILHADAS. FASE 4: PAISAGENS EDUCATIVAS E PROCESSOS COLABORATIVOS DE APRENDIZAGEM. 2017-em curso

A pesquisa é a principal expressão da linha de pesquisa docente indicada como Paisagem, Cultura e Participação Social: Paisagens Partilhadas e Paisagens Educativas, desenvolvida no Núcleo de Estudos da Paisagem -NEP (https://nep.arq.br/). O que caracteriza o trabalho é a conexão essencial entre pesquisa e aprendizagem partilhada e colaborativa entre os pesquisadores e na construção de conhecimento com comunidades e escolas públicas, superando a separação entre Ensino, Pesquisa e Extensão no processo acadêmico de construção de conhecimento. É inevitável a interface, eventualmente propositiva, com instâncias da gestão e das políticas públicas a partir da apreensão crítica das percepções, valorações, modos próprios de construir e significar paisagens das comunidades envolvidas e do conhecimento acadêmico sobre a natureza e a cidade. De natureza fortemente experimental, crítica e colaborativa, os trabalhos, iniciados em 2002, a partir de meados de 2017 estão entrando em uma quarta fase, com as primeiras experimentações e parcerias sendo construídas em 2018 a par da construção em processo da proposta, como caracteriza o Núcleo de Estudos da Paisagem. O novo programa voltado para ações colaborativas em parceria com escolas públicas de interpretação sensível da paisagem natural e urbana e formação de professores em torno dessas questões.

O projeto possui potencial de inovação de produtos, processos ou serviços? Qual o potencial de inovação do projeto? Sim: construção de conhecimento através da participação social, processos educativos na paisagem, projetos de formação de professores de escolas públicas, projetos com escolas públicas de fruição, interpretação e proteção da natureza e da paisagem urbana e de seus processos de transformação e valoração

Participantes: FERNANDES, Gabriel de Andrade (Gabriel de Andrade Fernandes), MEURER, Clara (Clara Meurer), BUENO, Flávia Assumpção de Godoy (Flávia Assumpção de Godoy Bueno), BERTOLINI, Sirlei (Sirlei Bertolini), Miriam Marcolino dos Santos

 

PAISAGENS PARTILHADAS. FASE 3: POTENCIALIDADES DA PAISAGEM E UNIVERSIDADE LIVRE E COLABORATIVA. 2010-2014.

Com os trabalhos desenvolvidos em Atibaia, na Brasilândia e no Heliópolis, sobretudo nesses dois com a integração de disciplinas com as pesquisas de Cecilia Angileli e Claudia Cruz, e com trabalhos desenvolvidos com outras Unidades da USP e autônomos com coletivos de cultura centrais e periféricos, sobretudo entre 2008 e 2010, foi possível pensar em uma nova síntese dos trabalhos experimentais do grupo. Em 2011 em decorrência desse processo, e da pareceria inicial com o coletivo Quilombaque e depois com o Projeto Coruja, houve condições de avançar na região de Perus com a ideia da Universidade Livre e Colaborativa. Inicialmente a entendíamos como o oferecimento de disciplinas de graduação e pós organizadas conjuntamente com parceiros externos e ministradas nessas localidades, integradas se possível com pesquisas e projetos de formação de professores, lideranças etc. Novas condições surgiram com os trabalhos realizados com professores, artistas jovens e lideranças de Perus a partir de 2012. Com isso, direcionamos as prioridades de investigação para a região noroeste, definida como região Cantareira/Juqueri/Jaraguá, que estava na origem das intenções do grupo em 2003, mas apenas as pesquisas na Brasilândia haviam prosperado de modo mais significativo com o trabalho de Cecilia Angileli. Os trabalhos na Área de mananciais a partir de 2008 e na região noroeste a partir de 2012, com os antecedentes na Brasilândia que infelizmente não tiveram continuidade, desenham o foco pretendido para o Núcleo de estudos da Paisagem nessa linha de pesquisa. Complementarmente, mantemos um interesse prioritário de pesquisa na região centro-oeste. Desenvolveu o programa Universidade Livre e Colaborativa inicialmente em Atibaia, Brasilândia, Heliópolis, entre outros, e especialmente em Perus, Anhanguera e Jaraguá com moradores, educadores, coletivos culturais e lideranças indígenas da região. Desenvolveu a concepção e criação da legislação urbanística dos Territórios de Interesse da Cultura e da Paisagem entre outros desdobramentos importantes. Principais regiões estudadas, de vivências e ações: APRM Guarapiranga, APA Bororé-Colônia, Interflúvio Guarapiranga/Billings, Ocupação Prestes Maia, Ocupação Mauá, Jardim Pantanal, APA do Tietê, Jacú-Pêssego, Perus, Anhanguera, Jaraguá, Jundiaí, estudos de patrimônio na Ilha de Moçambique (Moçambique). Regiões em projetos integrados de proteção e restauração da natureza em parques de compensação ambiental no Taboão, Embu das Artes, Itapecerica, São Paulo, São Bernardo, Santo André.

O projeto possui potencial de inovação de produtos, processos ou serviços? Qual o potencial de inovação do projeto? Sim: processos colaborativos de trabalho e tomada de decisão, urbanismo colaborativo de baixo custo, legislação urbanística e ambiental, construção de conhecimento através da participação social, processos educativos na paisagem, formação de professores de escolas públicas

Participantes: FURLAN, Sueli Angelo (Sueli Angelo Furlan), RADOLL, Gabriella (Gabriella Radoll), NEBESNYJ, Larissa Elize (Larissa Elize Nebesnyj), SIQUEIRA, Rafael (Rafael Siqueira), MIKETEN, Simone (Simone Miketen), IKEMATSU, Priscila (Priscila Ikematsu), POZO, Henrique (Henrique Pozo), OMAR, Lucia (Lúcia Omar), SALVADOR, Tainá (Tainá Salvador), SANTOS, Letícia Alves dos (Letícia Alves dos Santos), FONTOLAM, Isabella Fernanda (Isabella Fernanda Fontolam), SORÓ, J. (José Soró), BEZERRA, M.H. (Maria Helena Bezerra), BORTOTO, M. (Mario Bortoto), LIMA, P. (Patrícia Lima), CROCHIK, M.M. (Miguel Marques Crochik), FERNANDES, Gabriel de Andrade (Gabriel de Andrade Fernandes), VELLARDI, A. C. (Ana Cristina Vellardi ), BORTOTO, Regina Célia Soares (Regina Célia Soares Bortoto), MATSUNAGA, Melissa K. (Melissa Kikumi Matsunaga), BEZERRA, Marcio (Marcio Bezerra), GINTERS, Isabel (Isabel Ginters), AIELLO, Giovana (Giovana Aiello), CAMPOS, Diego Monteiro Gomes de (Diego Monteiro Gomes de Campos), SOUZA, Daniele Tubino Pante de (Daniele Tubino Pante de Souza)

 

PAISAGENS PARTILHADAS. FASE 2: POTENCIALIDADES DA PAISAGEM E PROCESSOS COLABORATIVOS DE APRENDIZAGEM E AÇÃO. 2007-2012

A partir de 2009, era interessante pensar uma nova estratégia de investigação dessa base empírica, que permitisse estabelecer um vínculo e uma cooperação no entendimento da base territorial, o que foi feito adotando-se a Região Metropolitana de São Paulo como área prioritária de estudos do grupo, sendo que a partir de 2009 as frentes de experimentação colaborativa e didática estabeleceram um diálogo crescente com os pesquisadores em suas áreas de pesquisa. Por volta de 2011 os avanços já mostravam o acerto dessa estratégia tanto na dinâmica interna do grupo quanto na discussão da cidade, sugerindo a possibilidade, de fato adotada, de uma maior convergência das pesquisas no grupo, a par de uma maior capacidade de ação do grupo com parceiros externos. Essa estratégia permitiu adotar frentes temáticas de estudo, sendo a que possibilitou uma maior investigação do Núcleo na região de mananciais ao sul, a partir das experiências acumuladas nas disciplinas e nas ações participativas – em especial Atibaia, Pirajussara, Heliópolis, Brasilândia. A adoção de recortes espaciais apoia-se em uma estratégia de construção do conhecimento e da ação institucional do grupo, deixando de ser apenas áreas de aplicação. Trata-se efetivamente de uma estratégia que permite avançar gradualmente os trabalhos. Ao verificar no portal espiral.fau.usp.br ou em https://nep.arq.br/ as áreas em que já foram ou estão sendo desenvolvidas pesquisas e atividades didáticas, tenha em mente que um recorte territorial não é apenas uma área de estudo entre outras. É mais do que uma opção metodológica e distanciada. Decorre de opções vitais, de experiências vividas, de desejos e de possibilidades cognitivas muito ricas, que se realizam no diálogo intenso com outros viventes no mundo, em um crescimento que exige tempo. É um espaço de descoberta da vida. Os estudos e vivências têm possibilitado também compreender, ao menos em alguma medida, interações escalares em um âmbito regional. Destacam-se uma série de projetos com comunidades no Heliópolis, Vila Maria e Brasilândia. De fundamental importância foi a cooperação na Brasilândia em defesa de direitos de população a ser removida pela implantação do Rodoanel. Foram importantes alguns trabalhos institucionais na zona sul, envolvendo grupos de pesquisa da Universidade em torno de questões de gestão ambiental e de compensação ambiental, que foram um estímulo para um grupo de trabalho na região de mananciais na próxima etapa das pesquisas.

O projeto possui potencial de inovação de produtos, processos ou serviços? Qual o potencial de inovação do projeto? Sim: processos colaborativos de trabalho e tomada de decisão, urbanismo colaborativo de baixo custo, legislação urbanística e ambiental, construção de conhecimento através da participação social, processos coletivos de estudo e proteção da natureza, integração de grupos de pesquisa e políticas públicas

Participantes: RADOLL, Gabriella (Gabriella Radoll), VALENTINI, Silvia (Silvia Valentini), NEBESNYJ, Larissa Elize (Larissa Elize Nebesnyj), SIQUEIRA, Rafael (Rafael Siqueira), BROERING, Andréia (Andréia Broering), SOARES, Claudia Cruz (Claudia Cruz Soares), MANFRIM, André (André Manfrim), CONARD, Andrea (Andrea Conard), SANCHEZ, Jose Manuel Muñoz (Jose Manuel Muñoz Sanchez)

PAISAGENS PARTILHADAS. FASE 1: CONCEITOS E MÉTODOS E PROCESSOS COLABORATIVOS DE APRENDIZAGEM E AÇÃO, 2002-2008.

A pesquisa é a principal expressão da linha de pesquisa docente indicada como Paisagem, Cultura e Participação Social: Paisagens Partilhadas e Paisagens Educativas, desenvolvida no Núcleo de Estudos da Paisagem -NEP (https://nep.arq.br/). O que caracteriza o trabalho é a conexão essencial entre pesquisa e aprendizagem partilhada e colaborativa entre os pesquisadores e na construção de conhecimento com comunidades e escolas públicas, superando a separação entre Ensino, Pesquisa e Extensão no processo acadêmico de construção de conhecimento. Era necessário agora verificar a base empírica da proposição de estudo das paisagens como experiências partilhadas. Com a criação do grupo de pesquisa em 2003 e com o ingresso de pós-graduandos e graduandos no Núcleo a partir de 2004 isso foi possível. Até 2008, além das pesquisas que dão conta de uma ampla aproximação das questões da paisagem, foi possível iniciar uma série de experimentações colaborativas com parceiros externos à universidade associada muitas vezes a experiências didáticas. Envolveu nessa primeira fase estudos em São Paulo em áreas periféricas, no interior e no litoral do Estado de São Paulo e em áreas rurais ou tradicionais no interior do estado de São Paulocom comunidades quilombolas e em outros Estados, com comunidades rurais em Minas Gerais. A pesquisa (https://nep.arq.br/) deu origem em 2003 ao Núcleo de Estudos da Paisagem e em 2005 ao grupo de pesquisa Paisagem Cultura e Participação Social e ao Laboratório Espaço Público e Direito à Cidade (LABCIDADE).

O projeto possui potencial de inovação de produtos, processos ou serviços? Qual o potencial de inovação do projeto? Sim: processos colaborativos de trabalho e tomada de decisão, urbanismo colaborativo de baixo custo, construção de conhecimento através da participação social, processos educativos na paisagem

Participantes: ADFACHI, Poliana (Poliana Adfachi), VAZ, Daniela (Daniela Vaz), SUGUIMOTO, Flavia Tiemi (Flavia Tiemi Suguimoto), PAIVA, Ana Paula (Ana Paula Paiva), ANGILELI, Cecilia Maria de Morais Machado (Cecilia Maria de Morais Machado Angileli), VIEIRA, Rosana (Rosana Vieira), SILVEIRA, Catarina Faria Alves (Catarina Faria Alves Silveira), BERNARDI, Lucia (Lucia Bernardi), SHIDA, Raquel Yumi (Raquel Yumi Shida), RÜSCHE, Roberto (Roberto Rüsche), MORENO, Juliana (Juliana Moreno), LOBO, Janaina (Janaina Lobo)

APRENDIZAGEM SOCIAL PARA A GESTÃO INTEGRADA DOS RECURSOS HÍDRICOS, 2007-2010

Relaciona-se à Política e ao Sistema Integrado de Gerenciamento de Recursos Hídricos do Estado de São Paulo. Centra-se na articulação entre a elaboração de diagnósticos e capacitação para a gestão compartilhada, através de ferramentas de Aprendizagem Social aliadas à negociação, para contribuir com o processo de tomada de decisão compartilhada, interdisciplinar e intersetorial sobre a gestão das águas. Alicerça-se no desenvolvimento de metodologias inovadoras para o diagnóstico socioambiental. (PROCAM USP)PESQUISA FAPESP POLÍTICAS PÚBLICAS:Diagnóstico socioambiental, aprendizagem social e modelos multi-agentes na definição de políticas públicas para a gestão integrada dos recurso hídricos e uso e ocupação do solo-fase I. Este projeto do Laboratório de Análise de Políticas Ambientais – LAPAM vinculado ao PROCAM/USP ressalta a importância de agregação de pesquisadores para pesquisa, reflexão e disseminação de conhecimento sobre políticas ambientais, com enfoque em áreas urbanas, enquanto objetos de estudo complexos. A articulação de pesquisadores em torno de uma proposta de pesquisa-ação é fruto da percepção que o grupo de pesquisadores tem sobre a necessidade de um olhar complexo, interdisciplinar e transversal da em torno. O projeto aborda a articulação entre as instâncias de gestão territorial e de gestão de recursos hídricos, tendo como base de referência a gestão integrada e compartilhada de recursos hídricos no Estado de São Paulo em torno de “situações problema” em três municípios no Estado de São Paulo. Objetivo principal: Desenvolver e aplicar metodologias sociais inovadoras e ferramentas para auxiliar na formulação de políticas públicas integradoras dos recursos hídricos e de uso e ocupação do solo em três municípios do Estado de São Paulo.

O projeto possui potencial de inovação de produtos, processos ou serviços? Qual o potencial de inovação do projeto? Sim: gestão de recursos, gestão baseada em aprendizagem social, diagnóstico ambiental

Participantes (docentes) FRACALANZA, Ana Paula (Ana Paula Fracalanza), RIBEIRO, Wagner da Costa (Wagner da Costa Ribeiro), GUNTHER, Wanda (Wanda Gunther), RAZZOLINI, Maria Tereza Pepe (Maria Tereza Pepe Razzolini), BRANDIMARTE, Ana Lúcia (Ana Lúcia Brandimarte), PORTO, Mônica (Mônica Porto)

 

 

para citar este artigo:


SANDEVILLE JR., Euler. “Linha de Pesquisa e Ação: Processos Colaborativos e Ações Educativas”. Núcleo de Estudos da Paisagem, on line, 2017. Disponível em https://nep.arq.br/2018/03/15/linha-de-pesquisa-e-acao-processos-colaborativos-e-acoes-educativas/ acesso em XX/XX/201X.

[para citar este artigo conforme normas acadêmicas, copie e cole a referência acima (atualize dia, mês, ano da visita ao sítio)]


núcleo de estudos da paisagem
a natureza e o tempo (o mundo)
uma proposta de euler sandeville

 

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Autor: euler

Euler Sandeville Jr.

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