AUP 0654 – PROJETO DA PAISAGEM e AUP 0282 – DESENHO URBANO – 2018a

PROGRAMA – DISCIPLINAS INTEGRADAS – 1º SEMESTRE DE 2018
AUP 0654 – Projeto da Paisagem (3ª feira )
AUP 0282 – Desenho Urbano e Projeto dos Espaços da Cidade (5ª e 6ª feira)

Professores AUP 0654
Profa. Dra. Catharina P. C. dos Santos Lima
Prof. Dr. Eugenio Fernandes Queiroga
Prof. Dr. Euler Sandeville
Prof. Dr. Fábio Mariz Gonçalves
Prof. Dr. Leonardo Loyolla Coelho
Prof. Dr. Silvio Soares Macedo

Professores AUP 0282 :
Prof. Dr. Eduardo Alberto Cusce Nobre
Prof. Dr. João Sette Whitaker Ferreira
Profa. Dra. Karina Oliveira Leitão
Profa. Dra. Marta Lagrecca
Profa. Dra. Maria Lucia Refinetti Martins

Monitores: (completar)
Marco Massari – doutorando
Renata Crivelli Portella – graduação

* PLANO DE AULAS MATERIAL DE APOIO *

PROGRAMA

O semestre se desenvolverá de modo integrado entre as disciplinas de Planejamento Urbano e Regional (AUP 0282 – Desenho Urbano e Projeto dos Espaços da Cidade) e de Planejamento da Paisagem (AUP 0654 – Projeto da Paisagem) e em articulação com custos (AUT 0518 – Projeto de Custos1), realizadas concomitantemente na escola, tendo como objeto de estudo, o distrito da Brasilândia, em trecho onde há concentração de áreas de proteção ambiental e assentamentos populares.

A integração das disciplinas visa aprofundar as reflexões do aluno sobre o processo de produção do espaço urbano e as possíveis formas de intervenção em setores e localidades da cidade de modo a considerar as diferentes interações entre os processos ambientais, a infraestrutura urbana e as formas de uso e ocupação do solo, que em interações recíprocas vão configurando a estrutura, a forma e a paisagem desses espaços. Destaca-se a compreensão da produção e segregação sócioespacial desses bairros, discussões e propostas para sua qualificação , bem como a valorização das diversidade de práticas socioeconômicas e culturais locais.. Deverá resultar em trabalho único para as duas disciplinas, com particularidades de cada área, sendo ao final atribuídas notas referentes a cada disciplina pelos respectivos docentes.

Conteúdo:

As disciplinas AUP 0282 e AUP 0654 buscam trabalhar especificamente com situações e espaços de exclusão social e precariedade habitacional e urbana, presentes tanto nas áreas consolidadas das cidades brasileiras quanto nas suas periferias. Neste primeiro semestre de 2018 trabalhará na região de Brasilândia, onde já existe diálogo estabelecido com movimentos sociais locais, bem como expectativas e demandas recíprocas – FAUUSP e movimentos.

Entre as questões intervenientes é compreendida a questão fundiária que entrava o desenvolvimento socioterritorial nas cidades brasileiras. Nesse sentido, a proposta está voltada para o entendimento da produção do espaço e seus agentes, das dinâmicas ambientais e das formas de apropriação e transformação dos espaços livres e da paisagem. Enfoca estudos de soluções para os espaços nas cidades reservados àqueles que estão localizados nessa disputa com menos oportunidades de acesso ao solo, os que no embate por localização, resultam menos favorecidos. A proposta que se coloca neste curso é, portanto, a de entender em que medida a prática da arquitetura e do urbanismo pode contribuir para o enfrentamento da “urbanização da segregação”.

A proposta trabalha com metodologias e ferramentas próprias ao Projeto Urbano e da Paisagem, como resultado das dinâmicas de produção do espaço da cidade, no qual a prática de planejamento e projeto de espaços das cidades pode ter papel preponderante, sem se reduzir a uma simples mudança de escala do planejamento integrado ou setorial, ou do projeto. Trata-se da intervenção no espaço urbano, construído ou não, visando à melhoria da qualidade do ambiente, e consequentemente da qualidade de vida, para o conjunto da população, assim como sua integração coerente com a macroestrutura urbana.

O projeto urbano e da paisagem, enquanto prática do arquiteto-urbanista, parte da compreensão do conjunto das dinâmicas sociais que regem a produção do espaço urbano, e considera todas as condicionantes que interferem em seu desenvolvimento: espaciais, arquitetônicas, ambientais, jurídicas, econômicas, sociais, culturais, políticas, etc. Ele se desenvolve em contexto em que a gestão urbana é complexa, e deve considerar o papel do Poder Público no processo, como coordenador e incentivador das diversas iniciativas da sociedade civil e das empresas para a produção de espaços urbanos democráticos e de qualidade.

Estratégia de integração das disciplinas:

A proposta conjunta é do desenvolvimento, em equipes, de reflexões críticas e interpretativas sobre a precariedade social, habitacional, urbana e ambiental. O trabalho do semestre consistirá em leitura desse contexto e reflexão propositiva, considerando áreas ainda ocupadas, já desocupadas e sem definição de ocupação e áreas com projetos previstos.

As atividades desenvolverão, por fim, propostas e projetos em sucessivas etapas de aprofundamento, em variadas escalas, desde processos de “aproximação ao lugar” até diretrizes urbanísticas e de políticas públicas bem como questões construtivas do “projeto básico” em Paisagismo.

Serão debatidos conceitos e métodos de projeto urbano e paisagístico com ênfase na escala de setores urbanos, visando ao aproveitamento dos recursos paisagísticos, dos serviços ambientais e considerando as dimensões políticas, culturais, éticas e simbólicas da paisagem, adequadas à realidade e ao desenvolvimento socioambiental das nossas cidades.

Tratando-se de disciplinas do quarto ano, tem como premissa aprofundar e desenvolver os conteúdos adquiridos nas demais disciplinas de Planejamento Urbano e Regional, de Paisagismo e da disciplina Infraestrutura Urbana e Meio Ambiente (AUT0192) avançado no projeto dos espaços livres e construídos, com ênfase nos espaços públicos, bem como na proposta de alternativas e soluções possíveis, dentro de uma abordagem espacial e territorial, que considere custos e oportunidades para a superação da condição de exclusão socioeconômica dos assentamentos estudados.

O curso é organizado em aulas expositivas, visitas de campo, levantamento e crítica da realidade observada empiricamente e em exercício de intervenção projetual urbana.

A disciplina exige a formação de equipes de 4 a 5 alunos podendo estas conter um aluno a mais apenas se este for intercambista. As equipes poderão escolher, dentro do perímetro proposto, situações a serem analisadas e trabalhadas.

Cada equipe contará com dois docentes responsáveis (de Planejamento e de Paisagismo) tendo, no entanto, ampla liberdade de atendimento e orientação ocasionais pelo conjunto de docentes.

OBS: Recomenda-se que os alunos procurem manter, na medida do possível as mesmas composições de equipes para as três disciplinas para facilitar a integração das mesmas.

Etapas do trabalho:

Etapa 1 – Leitura da região e sua inserção urbana, considerando as condicionantes socioeconômicas e fundiárias e a rede de infraestruturas e espaços livres;

Etapa 2 – Proposta Preliminar definindo as principais estratégias de intervenção no que tange a questão físico-espacial, fundiária, legal, de infraestrutura e de espaços livres;

Etapa 3 – Projeto Básico detalhando as principais propostas de intervenção urbana nos espaços livres e construídos da região e suas formas de implementação.

Particularizando conteúdos e expectativas das disciplinas, espera-se, na área de Planejamento Urbano que cada grupo desenvolva a leitura da área e sua inserção urbana, baseada em levantamento preciso, quanto aos aspectos físicos e às dinâmicas sócio-político-econômicas que afetam a produção do espaço e suas condicionantes fundiária e imobiliária, legais, os grupos sociais e os interesses envolvidos, as demandas existentes, etc. A preparação do exercício final, ao longo do semestre, compreende o levantamento dos grupos sociais atuantes na área, o estudo preliminar e de viabilidade das possíveis proposições, envolvendo aspectos legais, econômicos, sociais e urbanísticos, podendo chegar, em determinados casos, ao anteprojeto dos espaços (re)urbanizados e edificados.

Na área de paisagismo espera-se que os trabalhos possam expressar os conteúdos abordados nas aulas, que incluem: sistemas de espaços livres urbanos; elementos da paisagem urbana; dinâmicas sociais e ambientais na paisagem, projeto de paisagismo; ruas e passeios; praças e parques urbanos.

Critérios de avaliação

Cada disciplina avaliará o produto e o atendimento das expectativas e questões propostas de modo independente.

Planejamento

Exercício 1: Desenvolver pequeno texto analítico sobre as questões levantadas nos filmes apresentados ao longo da disciplina.

Exercício 2: Seminários de apresentação do andamento das reflexões e levantamentos realizados sobre a região.

Exercício 3. Trabalho final, no qual os alunos devem produzir uma reflexão escrita e gráfica, com formato propositivo, relativamente à área de estudo.

A avaliação dos alunos considerará o trabalho desenvolvido nos exercícios 1 a 3, com pesos diferenciados e maior importância para o trabalho final. Também fazem parte da avaliação a participação nos atendimentos e no processo de discussão e avaliação que se segue ao exercício final. Não haverá recuperação.

Paisagismo

A nota final será calculada pela média ponderada das quatro etapas do projeto (pesos 2, 3 e 5 sucessivamente) e pelo acompanhamento do desempenho individual pelo professor. A disciplina admite recuperação caso a média final seja entre 3,00 e 4,90.

Caso a nota da última etapa seja menor que 5,00, o aluno e/ou equipe ficará de recuperação, desde que sua média seja igual ou superior a 3,0.

Bibliografia Planejamento

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Legislação

Lei Federal n˚ 10.257/2001 – Estatuto da Cidade

Lei Municipal – Plano Diretor Estratégico

Plano Municipal de Habitação

Projeto de Lei de Planos Regionais

Projeto de Lei de Uso e Ocupação do Solo

Leis específicas de Operações Urbanas e de HIS

Lei Federal de Parcelamento do Solo Urbano nº 6766/79

Lei Estadual de Proteção aos Mananciais nº 898/75 e Decreto Regulamentador nº 1.172/76 – Revogados

Lei Estadual de Proteção aos Mananciais – Nova Política para Mananciais nº 9866/96

Plano Emergencial – regulamentado pelo Decreto Estadual nº43.022/98, que classificou as diferentes sub-bacias de mananciais segundo o nível de criticidade de degradação ambiental em função da ocupação urbana, sendo esse o principal critério para autorização das obras emergenciais.

Lei Estadual nº 12.233 de 16 de janeiro de 2006 – Define a Área de Proteção e Recuperação dos Mananciais da Bacia Hidrográfica do Reservatório Guarapiranga – APRM-G

Lei Estadual nº 13.579, de 13 de julho de 2009 – Define a Área de Proteção e Recuperação dos Mananciais da Bacia Hidrográfica do Reservatório Billings – APRM-B, e dá outras providências correlatas

Bibliografia Paisagismo

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Marco Regulatório » Planos Regionais » Arquivos

Rede de Estruturação » Projetos de Intervenção Urbana » Arquivos

Estruturação Metropolitana » Arco Tietê » Arquivos Rede de Equipamentos » Territórios CEU » Arquivos Rede de Espaços Públicos » Áreas públicas

Rede de Espaços Públicos » Áreas públicas » Legislação

http://geosampa.prefeitura.sp.gov.br/ – Dados e informações acerca da infraestrutura do Município de São Paulo

Sites

Laboratório de Habitação e Assentamentos Humanos – FAUUSP – contem parte da bibliografia para download

www.fau.usp.br/labhab

Núcleo de Estudos da Paisagem

https://nep.arq.br/

Instituto Socioambiental

http://www.socioambiental.org/inst/pub/

Sub-comitê de Bacia Billings

http://br.groups.yahoo.com/group/subcomitebillings

Sites com informações e dados sobre SP:

http://infolocal.prefeitura.sp.gov.br

http://www.habisp.inf.br

NOTA_______________________

1 Disciplina ministrada pelos professores doutores Ângelo Filardo, Caio SantoAmore e João Meyer.

 

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