Paisagens Contemporâneas: Contracultura e Resistência – 2018

DISCIPLINA AUP5883 PAISAGENS CONTEMPORÂNEAS: CONTRACULTURA E RESISTÊNCIA
…….FACULDADE DE ARQUITETURA E URBANISMO DA USP
…….PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ARQUITETURA E URBANISMO

Prof. Euler Sandeville Junior
Prof. Jorge Bassani
terças das 18:30 às 22:30
(10 encontros de 06/3 a 22/05, 9 créditos)

A disciplina está sendo organizada em dois blocos temáticos de 4 aulas que problematizam a consciência e as práticas contemporâneas na perspectiva de múltiplas durações das ideias e das práticas. Essas 4 aulas correspondem, em cada modulo, a 3 aulas expositivas e 1 de seminário. O primeiro Módulo trata da Prática do Conhecimento, o segundo Módulo da Visão Moderna de Natureza e Movimentos de Não-Violência, Justiça e Paz.

O programa desses dois blocos de 4 aulas está sendo organizado a partir da problemática indicada a seguir e na sequência são apresentadas as temáticas que estão sendo pensadas para a exposição de cada módulo

OBJETIVOS

A disciplina propõe a trabalhar criticamente um material temático recortado a partir de movimentos artísticos, culturais e de ativismo de inspiração libertária, (1.) analisando seus processos criativos e a relação arte-vida cotidiana a partir da experiência vivenciada até sua constituição como produtos, (2.) estudando poéticas colaborativas de resistência cultural e transformação de comportamentos como construção de autonomia política e cognitiva em ação, e seu diálogo conflitante na disputa ideológica, comunicativa, econômica pelo e no espaço público.

PROPOSTA PARA 2018: SENSIBILIDADES E PRÁTICAS CONTEMPORÂNEAS

O que é contemporâneo? O que caracteriza o tempo que vivemos e o diferencia? Qual a duração das permanências e sua transformação? Podemos falar de uma era moderna e uma contemporânea?

Não é possível uma resposta unitária, que dê conta do ser contemporâneo, possibilidades em contradição se colocam, persistências e renovações se embrenham longamente, fazendo-nos recuar hora a um período, hora um pouco além dele, ou um pouco aquém. No entanto, é possível colocar em discussão alguns vetores e valores, algumas tendências, algumas estruturas de pensamento e comportamento, sensibilidades diferentes perante o mundo que coexistem e interpenetram-se, muitas vezes sem o perceber, muitas vezes em contradição de valores e visões ao tocar os mesmos problemas.

É ainda possível colocar em contextos históricos, sociais e ambientais mais imediatos ou alargados esses eventos e visões, sua construção, valores subjacentes ou postos em crise e o modo como elaboram isso. Mas esse ensaio será sempre tentativo, uma visão em transformação, em construção. Então, se não é possível dar uma resposta, é possível, e recomendável, indagar: o que é contemporâneo? O que é ser contemporâneo? É possível que no contemporâneo residam elementos que não o sejam, ou esta seria uma visão que pretende, excluindo aspectos da contemporaneidade, definir o status postulado aos mundos em debate? Ou é contemporâneo tudo o que em um momento coexiste, transformado em suas raízes difíceis de discernir e embrenhadas em muitas camadas de tempo, elas mesmas complexas em sua tecitura?

Construímos este oferecimento da disciplina a partir de um olhar para o contemporâneo que o observa em diferentes durações. Do Iluminismo a 2018 vemos um contemporâneo, de 1945 a 2018 vemos um contemporâneo (aliás, alguém que houvesse nascido em 1938, um mundo que nos parece tão distante, pode estar ao nosso lado hoje, inclusive tomando decisões em diferentes níveis de abrangência), de 2001 a 2018 (falamos agora de apenas 17 anos). A permanência das ideias e valores, e sua contínua crise em construção e desconstrução social, em reinvenção ou continuidade pode ser ainda mais longa. Muito mais longa. O nosso presente pode ser imenso. Também as responsabilidades como nos construímos e nos escolhemos nele.

Um cronograma de trabalho será fornecido antes do início da disciplina. Após a apresentação dos dois módulos segue uma bibliografia de referência que está alimentando a reflexão dos docentes em sua organização.

MÓDULO I. A PRÁTICA DO CONHECIMENTO.

Trará uma discussão do conhecimento e do comportamento ligado à experiência, pelo viés de movimentos artísticos de consumo e de ruptura. Tratará de A prática do Conhecimento. Sistematização > objetivação > coisificação > mercadorização  (conhecimento produtivista). Enciclopédia… Kant… Bauhaus… Revolução midiática. Uma história da prática do conhecimento, antes de uma teoria do conhecimento. Pré-vanguarda europeia. O estilo como forma de expressão: Românticos, Simbolistas e Realistas… Dândis e Snobes…. Ansiedade pelo alternativo na cultura de massa. Situacionistas, Provos e Beat. A procura da lógica que não cabe na razão… Dadá > Surrealismo > a experiência do real como experiência do absurdo comportamental e cotidiano. Nietzsche no século XX. O negativismo frente ao positivismo… O dark side e o underground (Dostoievski)… Nietzsche e o colapso da razão operativa… Apolíneos e Dionisíacos… Nietzsche no segundo pós-guerra: Deleuze e Foucault… Punks”

MÓDULO II. INDAGAÇÕES DE UMA ÉPOCA. A VISÃO MODERNA DA NATUREZA. MOVIMENTOS DE NÃO RESISTÊNCIA, JUSTIÇA E PAZ. CONTEXTO HISTÓRICO E PROJETOS VIVIDOS. (em construção)

No contexto da problematização do contemporâneo aqui apresentada procura-se estabelecer uma relação entre a moderna visão da natureza, as condições socioambientais no século XIX e a emergência de novas formas de organização do ambiente, artísticas e de uma modernidade política de contestação em sua tensão entre conservadorismo, autoritarismo e a visão libertária. A tensão é dada ao contexto cultural, urbano e político de surgimento do anarquismo, do comunismo (socialismo científico) e o conceito de não violência no século XIX, no âmbito dos conflitos entre religião e ciência e das emergentes e conflituosas visões de classe da sociedade. São referências aqui para a construção dessa problemática Liev Nikoláievich Tolstói, Henry David Thoreau, Étienne Cabet, Pierre-Joseph Proudhon, Piotr Kropotkin, Élisée Reclus, Willian Morris, Mahatma Gandhi.

1. Natureza, Fé e Ciência. Francesco Petrarca (1313), Galileu Galileu (1613) ou Jean le Rond d’Alembert (1751-1772), Élisée Reclus (1866) ou Henry David Thoureau (1862 ou 1854).

2. Conservadores, Libertários e Autoritários. Correspondência entre Marx e Proudhon em torno a 1848. Resistência não Violenta. Correspondência Liev Tolstói-Mahatma Gandhi, (1909-1910).

Problematizar o contemporâneo também pode ser indagar criticamente as diversas projeções que a sociedade faz de si através da literatura e que esperanças ou desenganos revelam. Este é o material proposto para os seminários deste módulo. Damos continuidade à reflexão sobre as formas de resistência e construção de direitos, seus vínculos com ideários religiosos, éticos e políticos em dois contextos distintos (EUA em torno da construção de direitos da igualdade, justiça e paz e Brasil, mais especificamente no contexto urbanos da cidade e da justiça social) em torno dos anos 1960, em um momento de fortes acirramentos, projetos criativos e mudanças comportamentais. São referências aqui para a construção dessa problemática Martin Luther King, John Lennon; Mário Carvalho de Jesus, Paulo Evaristo Arns, Paulo Freire.

3. A Comédia Humana. Seminários. Thomas Morus (1516), William Morris (1890), Aldous Huxley (1932).

4. Resistência Não Violenta. Martin Luther King (1963,1968). Mario Carvalho de Jesus et al. (1977), Cândido Procópio Ferreira de Camargo et alli (1975)

Todas essas propostas implicam formas de pensar o mundo e a vida, a natureza e a sociedade, de representar sua história e instituições diante de outras formas contraditórias, e como constituíram essas escolhas em seus contextos existenciais postos em movimento no âmbito de questões sociais candentes, colocando-se em experiências liminares. Emergem questões subjetivas e sociais intensas, comprometidas com a dimensão coletiva da ética, da justiça, dos afetos; emergem visões da natureza e da sociedade, bem como do sentido da vida na construção de visões de mundo, da história, do devir humano, em um mundo contemporâneo a elas que também é de incompreensão, indiferença e violência, disputa pelo poder político na construção dos sentidos e na tecitura do social e de suas instituições.

BIBLIOGRAFIA MÓDULO I. A PRÁTICA DO CONHECIMENTO.

ARGAN, Giulio Carlo. Walter Gropius e a Bauhaus.Lisboa: Ed Presnçka, 1990. (A pedagogia formal da Bauhaus, pg 21 – 56)

BAUDELAIRE, Charles. Sobre a modernidade. São Paulo: Paz e Terra, 1996

BERMAN, Marshall. Tudo que é sólido desmancha no ar. Cap. III. Baudelaire: O modernismo nas ruas, pg 127 – 166)

DEBORD, Guy. A Sociedade do Espetáculo. Rio de Janeiro: Contraponto, 1997.

_________. Informe sobre la construcción de situaciones y sobre las condiciones de la organización y la acción de la tendencia situacionista internacional. In: Textos íntegros en castellano de la revista internationale Situationniste (1958-1968), vol. 1. Madrid: Literatura Gris, 1999, p 205-220.

FREIRE, Paulo. Extensão ou comunicação? São Paulo: Paz e Terra, 2010.

DELEUZE, Gilles. Nietzsche e a filosofia. Trad: J. Diase E. F. Dias. R. de Janeiro: Editotra Rio, 1976

FOUCAULT, Michel. Nietzsche, Freud e Marx. Trad: J. L. Barreto. S. Paulo: Princípio Editora, 1997

KEMPTON, Richard. The Provos – Amsterdam’s anarchist revolt. https://libcom.org/files/, 2005

MARX, Karl e ENGELS, Friedrich. A ideologia Alemã. Edição eletrônica: Ed Ridendo Mores, www.jahr.org / www.marxists.org

MCLUHAN, Marshall.  Os meios de comunicação como extensões do homem (understanding media). Trad. D. Pignatari. S. Paulo: Ed Cultrix, 1980.

MCNEIL, Legs & MCCAIN, Gillian. Mate-me por favor – Uma história sem censura do punk Vol 1. P.Alegre: L&PM, 2011

NIETZSCHE, Friedrich. Ecce homo. Trad: Artur Mourão. Covilha: LusoSofia, 2008.

OROPALLO, Maria Cristina. A presença de Nietzsche no discurso de Foucault. Dissertação defendida em Filosofia USJT, São Paulo, 2005

STAROBINSKI, Jean. 1789: Os emblemas da razão. Trad. M. L. Machado. São Paulo: Cia das Letras, 1988

BIBLIOGRAFIA MÓDULO II. INDAGAÇÕES DE UMA ÉPOCA. (em construção)

AGAMBEN, Giorgio. O que é o contemporâneo? e outros ensaios. Tradução Vinícius Nicastro Honesko. Chapecó: Argos, 2009 [2006].

BESSE, Jean-Marc. Petrarca na montanha: os tormentos da alma deslocada. Em Ver a Terra. Seis ensaios sobre a paisagem e a geografia. Trad.: Vladimir Bartalini. São Paulo: Perspectiva 2006.

BURCKHARDT, Jacob. A cultura do renascimento na Itália. Um ensaio (1860). São Paulo: Companhia das Letras, 1991.

CAMARGO, Cândido Procópio Ferreira de et alli. São Paulo 1975, Crescimento e Pobreza. São Paulo: Loyola, 1976

D’ALEMBERT, Jean le Rond e DIDEROT, Denis. Cosmologia Enciclopédia, ou Dicionário razoado das ciências, das artes e dos ofícios – Volume 3, Ciências da natureza. Organização e Tradução: Pedro Paulo Pimenta e Maria das Graças de Souza. São Paulo: UNESP, 2015, pg. 56 a 58.

DEBORD, G.-E. A Sociedade do Espetáculo. Rio dais, 19 a 22 de fevereiro alunos ingressantes no programa.e Janeiro: Contraponto, 1997.

DEBORD, G.-E. Informe sobre la construcción de situaciones y sobre las condiciones de la organización y la acción de la tendencia situacionista internacional (documento fundacional, Cosio d’Arroscia, 1957). In Internacional Situacionista. Textos íntegros en castellano de la revista internationale Situationniste (1958-1968), vol. 1. Tradução Luis Navarro. Madrid, Literatura Gris, 1999, p 205-220.

FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia. Saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1996.

FREIRE, Paulo.   Extensão ou comunicação? São Paulo: Paz e Terra, 2010. [1968, Santiago]

FREIRE, Paulo. Educação e atualidade brasileira. São Paulo: Instituto Paulo Freire/Cortez, 2001. [1959].

GALILEO GALILEI. Carta a D. Benedetto Castelli de 21 de diciembre de 1313. In Ciência e fé: cartas de Galileu sobre o acordo do sistema copernicano com a Bíblia. Trad. Carlos Arthur do Nascimento. 2 ed. rev. ampl. São Paulo: UNESP, 2009, pg 17-26

GORZ, André. Carta a D. História de um amor. Tradução Celso Azzam Jr., Posfácio Josué Pereira da Silva. São Paulo: Annablume: Cosac Naify, 2008

JESUS, Mário Carvalho de; FRAGOSO, Antonio; BARBÉ, Domingos; HELDER, Câmara; BRENO, João; LEPARGNEUR; KUNZ, A.; ANRNS, Cardeal. A Força da Não-Violência. A Firmeza Permanente. São Paulo: Loyola-Vega, 1977.

JESUS, Mário Carvalho de. Cimento perus. 40 anos de ação sindical transformam velha fábrica em centro de cultura municipal. São Paulo, JMJ, 1992.

KING JR., Martin Luther. “Eu tenho um sonho”. Discurso, realizado no dia 28 de agosto de 1963 nos degraus do Lincoln Memorial em Washington, D.C. como parte da Marcha de Washington por Empregos e Liberdade. Disponível em https://nucleodeestudosdapaisagem.wordpress.com/

KING JR., Martin Luther. “I have a dream”. Discurso, realizado no dia 28 de agosto de 1963 nos degraus do Lincoln Memorial em Washington, D.C. como parte da Marcha de Washington por Empregos e Liberdade. Disponível em https://nucleodeestudosdapaisagem.wordpress.com/

KING JR., Martin Luther. I have a dream [video, legendado], 1963.. Disponível em https://www.youtube.com/watch?v=NOCJKCENFOA

KING JR., Martin Luther. “No topo da montanha”Discurso proferido por Martin Luther King no templo Bispo Charles H. Mason, em Memphis, Tennessee, em 3 de abril de 1968. Um dia antes de ser assassinado. Disponível em https://nucleodeestudosdapaisagem.wordpress.com/

KING JR., Martin Luther. I’ve Been to the Mountaintop. Disponível em https://nucleodeestudosdapaisagem.wordpress.com/

KING JR., Martin Luther. I’ve Been to the Mountaintop [video, legendado]. Disponível em https://nucleodeestudosdapaisagem.wordpress.com/

KROPOTKIN, P. La conquista del pan. Trad. Léon-Ignacio. EBooksBrasil, 2006.

MARX, K. e ENGELS, F. Manifesto Comunista (1848). Seguido de Gotha. Comentários à margem do programa do partido operário alemão por Karl Marx (1875). Trad. Sueli Tomazini Barros Cassal. Porto Alegre: L&PM, 2002.

PETRARCA, Francesco. Carta do Monte Ventoso. Familiarium rerum libri1 IV, 12. A Dionísio do Burgo Santo Sepulcro, da Ordem de Santo Agostinho, professor de Sagrada Escritura, sobre assuntos pessoais (1353-1336). Tradução de Paula Oliveira e Silva (Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa). Disponível em https://poeticasdapaisagem.wordpress.com/2017/10/03/carta-do-monte-ventoso-petrarca-1353-1336-espanhol/ acesso em 29/01/2018

PETRARCA, Francesco. Carta do Monte Ventoso. Familiarium rerum libri1 IV, 12. A Dionísio do Burgo Santo Sepulcro, da Ordem de Santo Agostinho, professor de Sagrada Escritura, sobre assuntos pessoais (1353-1336) – espanhol

RECLUS, Élisée. A evolução, a revolução e o ideal anarquista. Trad. Plinio Augusto Coêlho. São Paulo: Imaginário, 2010.

RECLUS, Élisée. Do sentimento da natureza nas sociedades modernas. Prefácio e trad. de Plinio Augusto Coêlho. São Paulo: Imaginário, 2010 [1866]

THOUREAU, Henry David. Caminhando. Trad. Roberto Muggiati. Rio de Janeiro: José Olympio, 2006

THOUREAU, Henry David Henry David. Desobediência civil. São Paulo, L&PM Pocket, 1849/2001

THOUREAU, Henry David. Walden. Trad. Denise Bottmann. Apresentação Eduardo Bueno. Porto Alegre: L&PM, 2017.

TOLSTÓI, Liev. Uma confissão. São Paulo: Mundo Cristão, 2017.

TOLSTÓI, Liev. O reino de Deus está em vós. Trad. Celina Portocarrero, 4a ed. Rio de Janeiro: BestBolso, 2017.

TOLSTÓI, Liev.  A insubmissão e outros escritos. Org. e Trad. Plinio Augusto Coêlho. Cotia, SP: Ateliê Editorial, São Paulo: Imaginário, 2010.

TOLSTÓI, Liev. Correspondência entre L.N. Tolstói e M.K. Gandhi. Trad. Belkiss J. Rabelo. Cadernos de Literatura em Tradução n.9, Universidade de São Paulo. Disponível em https://www.revistas.usp.br/clt/article/view/49448 acesso em 29/01/2018

The U.S. vs. John Lennon (2006). Directed by David Leaf, John Scheinfeld. With J Walter Cronkite, Mario Cuomo, Angela Davis, J. Edgar Hoover, Ron Kovic, John Lennon, G. Gordon Liddy, George McGovern, Richard Nixon, Yoko Ono, Geraldo Rivera, Gore Vidal. Estados Unidos, 2006 (99 min). trailer https://www.youtube.com/watch?v=5xoD0suPAiA&x-yt-ts=1421914688&x-yt-cl=84503534.

 

ATIVIDADES DISCENTES

As atividades discentes serão integradas a esses temas com participação nas aulas, seminários, leituras e outras atividades, retomadas em monografia de conclusão.

Matrícula: 15 a 28 de janeiro alunos regulares, 05 a 08 de fevereiro alunos especiais, 19 a 22 de fevereiro alunos ingressantes no programa.

 

 

como citar material desta página:


SANDEVILLE JR., Euler; BASSANI, Jorge. “Paisagens Contemporâneas: Contracultura e Resistência” (Programa de Disciplina, Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo da USP). Núcleo de Estudos da Paisagem, on line, São Paulo, 2018. Disponível em https://nucleodeestudosdapaisagem.wordpress.com/2018/01/29/paisagens-contemporaneas-contracultura-e-resistencia-2018/ acesso em DIA/MÊS/ANO.

[para citar este artigo conforme normas acadêmicas, copie e cole a referência acima (atualize dia, mês, ano da visita ao sítio)]


núcleo de estudos da paisagem
a natureza e o tempo (o mundo)
uma proposta de euler sandeville

 

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REFERÊNCIAS DO POST

Bibliografia citada

Confira acima

Título: Paisagens Contemporâneas: Contracultura e Resistência.
TitleContemporary Landscapes: Counterculture and Resistance

Autor/Author: Euler Sandeville Jr e Jorge Bassani.
Web designer: Euler Sandeville Júnior

Palavra-chave: Contracultura, Cultura Contemporânea, História da Cultura
Keyword: Counterculture, Contemporary Culture, Cultural History

Resumo: A disciplina propõe a trabalhar criticamente um material temático recortado a partir de movimentos artísticos, culturais e de ativismo de inspiração libertária, (1.) analisando seus processos criativos e a relação arte-vida cotidiana a partir da experiência vivenciada até sua constituição como produtos, (2.) estudando poéticas colaborativas de resistência cultural e transformação de comportamentos como construção de autonomia política e cognitiva em ação, e seu diálogo conflitante na disputa ideológica, comunicativa, econômica pelo e no espaço público.

Abstract: The discipline proposes to work critically on a thematic material cut out of artistic, cultural and libertarian-inspired activism, (1) analyzing its creative processes and the daily art-life relationship from the lived experience to its constitution as products, (2.) studying collaborative poetics of cultural resistance and behavior transformation as a construct of political and cognitive autonomy in action, and their conflicting dialogue in the ideological, communicative, economic dispute for and in the public space.

 

 

 

Autor: euler

Euler Sandeville Jr.

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